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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Primeira declaração da Família Garcia e Araújo

Desde o início da nossa luta deixamos bem claro que não deixariamos o Caso Talitha cair no esquecimento e por isto iremos a todas as mídias e faremos todos os movimentos que forem necessários para que Leonardo Lima Tavares seja exemplarmente punido.

Nossas atitudes nada tem haver com ele estar ou deixar de estar na Polícia Militar do Ceará. Nossas atitudes tem haver com o fato de que esse marginal deixou nossa pequena Talitha Pietra, uma menina muito amada por toda família, jogada no chão como se fosse um cachorro que é atropelado em beira de BRs. Tem haver com o fato de que ele fica criando situações e boatos mentirosos numa tentativa de furtar-se de suas responsabilidades. Tem haver com ele usar o fato de que está na polícia para buscar favorecimento pessoal.

Se ele, a família dele ou qualquer um acha que nós deixaremos este caso cair no esquecimento é porque não conhece nossa família. Vamos até o fim do mundo para provar que esse marginal não merece estar usando farda da polícia e para provar que ele não é esse rapaz bonzinho e trabalhador que alguns colegas acabam falando por desconhecimento.

Assim, independente da profissão desse marginal, que infelizmente é Policial Militar, vamos em busca de justiça nos termos da lei (o que é pouco para quem perde um filho, mas que já dá uma sensação de que algo foi feito e que as ações desse marginal não ficaram impune).

Por que estamos falando isto? Porque quereremos deixar bem claro que não estamos lutando contra uma corporação, contra um setor público, ou seja, contra todos os policiais. Estamos lutando contra UMA PESSOA QUE ESTÁ NA POLICIA MILITAR, o Leonardo Lima Tavares. 

Isto é tão verdadeiro que todos os dias estamos na delegacia de polícia civil buscando informações sobre o caso e vemos muitos policiais sensibilizados pelo caso e nos dando apoio moral.

O que desejamos é que ao final tenhamos homens honrados e íntegros na polícia para que possam defender as famílias e não ser os seus destruidores, como é o caso deste rapaz: Leonardo Lima Tavares.

Aproveitamos para agradecer a todos os policiais militares e civis que nos deram apoio durante e após o momento de dor que tivemos ao saber da morte de nossa pequena Talitha Pietra. Agradecer ao delegado de polícia civil, Dr. Tenório, pela imparcialidade e seriedade com que vem investigando o caso; ao nosso advogado, Dr. André Jorge, pela seriedade, sensibilidade e paciência que vem tendo para acompanhar este caso e a todos os amigos, colegas e pessoas que se sensibilizaram com o caso e vem nos dando apoio.








Família Garcia e Araújo




Conceito de marginal adotado neste site: que ou quem vive à margem da sociedade, desconsiderando a lei e a moral; delinquente, fora da lei, criminoso.



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Manifestação sobre Caso Talitha

Em meio a dúvidas quanto as ações e procedimentos policiais que se sucederam depois do acidente que vitimou a pequena Talitha Pietra, no dia 18/10/2015, familiares, amigos e populares fizeram uma manifestação em Juazeiro do Norte por conta deste acidente e como forma de pedir justiça.

Veja o vídeo.




Coletiva da Polícia Civil no dia 23/10/2015

Devido a repercussão do Caso Talitha e em meia as dúvidas que cercam este caso, como de costume, os delegados Levi e Tenório, imparcialmente relataram os fatos e responderam algumas questões para a família e sociedade.

Vejam o vídeo.


domingo, 25 de outubro de 2015

Só porque é policial?!

Algumas pessoas comentam que este caso está gerando repercussão porque o condutor que matou a pequena Talitha Pietra no dia 18/10/2015 é policial militar do 2º BPM de Juazeiro do Norte-CE e elas estão certas, mas pelo motivo errado.

Essas pessoas acreditam que a mídia está contra a polícia ou que a família está contra a polícia, mas a verdade é que a polícia está se colocando nesta situação sempre que trata o acusado de forma diferente por ser um dos seus ou, simplesmente, porque não age com transparência.

Neste caso, como em muitos outros que podem ser facilmente levantados com uma pesquisa no Google ou que podemos ver quase sempre que envolve um policial, existem atitudes que não condizem com uma atitude policial e ficam os questionamentos sem resposta.

Algumas delas já fizemos aqui ao tratarmos da soltura do assassino, são elas:

  • foi protecionismo da polícia não fazer o exame de alcoolemia no momento que foi capturado (cerca de 13h da tarde)?
  • foi protecionismo da polícia ouvi-lo apenas depois das 21h?
  • será que ter um cunhado na polícia civil, conhecido como Falcão, ajudou a mudar os procedimentos?
  • será que o Tenente Pinheiro realizou os procedimentos de prisão como deveria?
  • e se fosse um popular, a polícia teria agido do mesmo jeito?
  • e se fosse um popular que tivesse atropelado o filho de um policial, será que haveria proteção para o condutor?
Depois de mais pesquisa por parte de nossa equipe encontramos uma reportagem feita no mesmo dia do acidente e vejam a declaração da Dra. Cícera, delegada que atendeu primariamente o caso.

Fonte: R7 - CNEWS

Agora fica mais uma pergunta: como assim o procedimento ainda iria ser definido? Só porque é policial o procedimento muda? Não entendemos esta declaração e queremos explicação.

Independente da profissão, queremos justiça. Por atualmente está na condição de um agente público da lei, um policial, queremos apuração da sua conduta, o que para nós, e para quem acompanha o caso vê que este homem não possui qualquer condição de ser um policial.

Enfim... só queremos justiça!

Para que possam entender o por quê de usarmos o termo assassino, segue o nosso entendimento sobre esse termo: https://pt.wiktionary.org/wiki/assassino. 

sábado, 24 de outubro de 2015

Declaração do advogado da família

O Dr. André Jorge assumiu o caso como assistente da promotoria e depois de alguns dias acompanhando testemunhas, atendendo a pedidos da população, fez uma declaração inicial.



Veja o que ele diz e depois avalie.




Você viu no ROTA!Advogado André Almeida defende tese de homicídio doloso no caso do atropelamento da garota Talita.
Posted by Cicero Lucio on Sexta, 23 de outubro de 2015


Sobre a soltura do assassino

Na tarde do dia 20/10/2015, um pouco mais de 48 horas depois de atropelar e matar uma criança, fugir do local e se esconder da polícia, o policial militar Leonardo Lima Tavares, saiu da detenção pagando R$ 4.000,00 de fiança.



Tudo isto somente está ocorrendo porque o homicídio foi considerado culposo pela delegada de plantão, Dra. Cícera. A pergunta que fica é:

  • foi protecionismo da polícia não fazer o exame de alcoolemia no momento que foi capturado (cerca de 13h da tarde)?
  • foi protecionismo da polícia ouvi-lo apenas depois das 21h?
  • será que ter um cunhado na polícia civil, conhecido como Falcão, ajudou a mudar os procedimentos?
  • será que o Tenente Pinheiro realizou os procedimentos de prisão como deveria?
  • e se fosse um popular, a polícia teria agido do mesmo jeito?
  • e se fosse um popular que tivesse atropelado o filho de um policial, será que haveria proteção para o condutor?
Então ficam as perguntas e vamos em busca das respostas.

Comentário do autor: a verdade é que as pessoas cada dia mais falam mal da polícia por causa de atitudes suspeitas, de atitudes que levam a questionamentos como esse. 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Quem sou eu....


Oi!! Eu sou o Talitha, 11 anos, completaria 12 no próximo dia 21, estudante, “mãe” de um bebê, meu irmão, cuidava dele como uma mãe, ajudando minha mãe a trocar fraldas, a dar mamadeira,  um bebê de 1 ano, amava meu ouro irmão. Agora não posso mais cuidar dele, pois eu, Talitha, FALECI na manhã deste domingo(18), vitima de um atropelamento sem socorro. Irônico né? Fui atropelada e abandonada numa avenida próxima a minha residência em JUAZEIRO DO NORTE, CE, por um homem que tem a função de nos proteger.

Não sei o que houve, só sei que depois de sair de uma capela, Capela de São José acompanhada de uma amiga resolvemos voltar para nossas casas. Era por volta das 7 horas e 30 minutos da manhã, quando na tentativa de atravessar a avenida para voltar para casa, olhei para o lado e não vinha nenhum veículo, quando de repente fui atingida, não deu tempo saber o que estava acontecendo comigo, so senti que meus pés não estavam mais no chão, fui arremessada violentamente. Quando cheguei ao chão, já estava morta. Fiquei ali por alguns instantes até avisarem aos meus pais e a polícia, que chamaram o SAMU e constataram que eu havia falecido.

 Haaaaa como eu queria ter chegado em casa e abraçado meus pais e meus irmãos... Hoje minha mãe, meu pai, meu irmão, minha avó, meus tios, primos e toda família choram por terem me enterrado tão jovem, cheia de vida, porque UM POLICIAL MILITAR, embriagado e em alta velocidade resolveu ir para o acostamento para burlar um foto sensor, me arrebentou e sem titubear continuou seu caminho, me deixando lá para morrer
Não foi difícil te achar mocinho, mas nada o que for feito me dará condições de voltar, só gostaria que você soubesse, e tomasse consciência do resultado da sua irresponsabilidade,
 Eu morri, minha família chora, você pagou fiança e esta por aí bebendo mais uma, ou nos braços dos seus pais, esposa e filhos.

Aí eu te pergunto:
"Você deveria mesmo ser um policial?"

Um pouco sobre Talitha Pietra Oliveira Garcia

Melhor do que escrever é ouvir a mãe falar.





Este é um dos vídeos dessa criança linda que teve sua vida ceifada por um marginal que possui uma farda de policial.



Nossa eterna princesa (vídeo 2)
São muitas as palavras para elogiar a nossa princesa. Nossa Princesa Preta.#CasoTalitha, #justiçaSejaFeita, #NãoAImpunidade
Posted by Caso Talitha on Sexta, 23 de outubro de 2015

Hominício Culposo ou Doloso?

A delegada, Dra. Cícera, plantonista da delegacia de Juazeiro do Norte-CE, enquadrou o caso de um condutor que atropelou e matou uma criança de 11 anos depois de não realizar os procedimentos de exame de alcoolemia, de saber que o condutor dirigia em alta velocidade e depois de saber que o condutor colheu a criança no acostamento.

Sabendo disto, a familia procurou um advogado, Dr. André Jorge, o qual vem se empenhando para provar que o caso caracteriza-se como Homicídio Doloso, diferente do exposto pela Dra Cícera.

Diversas testemunhas já foram ouvidas e o que a família espera é que este caso não seja mais um caso de impunidade no qual estamos fartos de observar.

Iniciou-se também, neste momento, uma guerra contra a impunidade. Acompanhe o caso e ajude a mudar o resultado.





Indícios de proteção corporativa

Após matar a criança, no dia 18/10/2015, por volta das 7:30 da manhã, Leonardo Lima Tavares (policial condutor do veículo que atropelou a criança) dirigiu-se para a casa de um senhor conhecido como Salvador, o qual guardou o carro dentro de sua casa e acobertou o crime do policial.

Policial Militar que atropelou e matou uma criança de 11 anos, Talitha Pietra


Baseado em relatos de populares, familiares e amigos iniciaram uma busca incessante pelo condutor do veículo, que até o momento não tinha-se o conhecimento de que tratava-se de um policial.

Depois de passadas mais de 4 horas de busca, na qual até a polícia já estava envolvida nesta tarefa, uma testemunha informou ter visto um carro entrar na casa de Salvador e que o atropelador era um policial e que, por este motivo, não queria se envolver nos demais fatos.

Sabendo disso familiares e populares foram até o local e informaram a polícia para que pudessem dar voz de prisão ao "assassino" (como foi chamado pelos populares).

Populares na frente da casa do Salvador depois de uma hora sem ação da polícia


Quando o comandante da operação, Tentente Pinheiro, tomou conhecimento de que tratava-se de um policial militar colocou mais de 5 viaturas na frente da casa de Salvador e chegou a informar que a muitos que lá estavam que o condutor e o veículo não encontrava-se na casa.

Percebendo que estava havendo protecionismo de policiais, o Tenente Oliveira, que também é morador do bairro São José, onde a família de Talitha Pietra mora, acionou o RAIO (grupo de ações especiais da PM-CE) e solicitou ao Tenete Pinheiro que fosse dado voz de prisão ao policial Leonardo e que o mesmo fosse conduzido a Delegacia.

Depois de mais uma hora, chegada do RAIO para realizar a prisão de Leonardo Lima Tavares


Depois de se passado mais de uma hora, a policia, enfim, levou Leonardo para a delegacia, onde deveria ter sido ouvido pela delegada de plantão Dra. Cícera e adotado diversos procedimentos como a solicitação de alcoolemia. No entanto, tal procedimento não foi solicitado.

Em sua defesa, conforme reportagens e declarações do Comandante do Batalhão no qual o PM Leonardo é lotado, o mesmo exerceu o direito de ficar calado.

As questões que ficam são:

  • Por que o policial não foi preso logo que a policia chegou ao local?
  • Por que o Tenente Pinheiro estava afirmando que o policial não estava dentro da casa do Salvador?
  • Por que não foi feito o teste de alcoolemia?
  • Se fosse o contrário, como seria? (temos exemplos e vamos criar uma reportagem somente sobre isto).
Comentem e nos ajudem a divulgar para que este caso não torne-se mais um caso de impunidade no país.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Caso Talitha Pietra Oliveira Garcia (Caso Talitha)

A partir de hoje (21/10/2015) iremos divulgar tudo que se passa no Caso Talitha para que possamos garantir que a impunidade seja derrotada neste caso.

O Caso Talitha é um caso policial de homicídio doloso, onde uma garota de 11 anos foi brutalmente atropelada por um condutor que dirigia alcoolizado, em alta velocidade e fazendo do seu carro uma arma; por um condutor que evadiu-se do local imediatamente após ter colhido a criança; por um condutor que retornou ao local na via contrária para confirmar o fato e, mais uma vez, ausentou-se das suas obrigações. Obrigações estas que qualquer cidadão possuem em momentos como este, o qual, como não sendo o bastante, ainda constam em leis.

O caso agrava-se quando o condutor é um Policial Militar que deveria ser o protetor da vida e da ordem, cumpridor das leis, que, utilizando-se da sua farda, procura escapar das suas responsabilidades e punições devidas.


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